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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Tribunal aceita recurso do Senado e libera salário acima do teto


O presidente do TRF (Tribunal Regional Federal) da 1ª região, Olindo Menezes, liberou o pagamento de comissões e gratificações, entre outras verbas, acima do teto salarial de R$ 26,7 mil aos funcionários do Senado.
Menezes aceitou o recurso da Casa e suspendeu uma liminar que havia sido concedida em junho pelo juiz Alaôr Piacini, da 9ª Vara Federal de Brasília, em um processo ajuizado pelo Ministério Público Federal do DF.
 
De acordo com Menezes, a liminar poderia lesar a "ordem pública" porque, feito de forma abrupta, o corte nos salários poderia inviabilizar o funcionamento dos serviços públicos do Senado.
 
Além disso, de acordo com o TRF, a liminar "traz alteração de inúmeras situações jurídicas constituídas e seladas pelo teste do tempo, inclusive no que se refere a proventos e pensões estatutárias, sem que os prejudicados se possam defender."
 
O presidente do TRF mencionou ainda a independência dos Poderes em sua decisão. Ele afirmou que o Senado é o único responsável por editar medidas sobre o pagamento de seus funcionários.
 
A decisão de Menezes não atingiu o mérito da questão, já que apenas se referiu à liminar concedida no processo de primeira instância. Ainda cabe recurso.
 
O Senado afirmou que não se manifestaria sobre a decisão até recebê-la na íntegra. A reportagem não conseguiu contato com a procuradora responsável pelo caso.


Enquanto a Presidenta VETA o aumento dos aposentados que ganham acima de um salário mínimo, deparamos com o Judiciário fazendo a festa com os marajás do Senado. É presidenta, a Srª está perdendo o time, quando a platéia deixa os jogadores sozinhos é sinal que o time está indo pra 3ª divisão.

sábado, 20 de agosto de 2011

RADICULOPATIA LOMBAR

Núcleo polposo herniado, disco herniado


  • Nomes alternativos:
Radiculopatia cervical; disco intervertebral herniado; radiculopatia lombar; disco intervertebral prolapsado; radiculopatia; disco herniado:
  • Definição:
Condição na qual uma parte ou toda a porção central, gelatinosa de um disco intervertebral (núcleo polposo) é forçado através de uma parte debilitada do disco, com a conseqüente dor nas costas e a irritação da raiz nervosa.
  • Causas, incidência e fatores de risco:
As vértebras da coluna vertebral estão separadas umas das outras por discos cartilaginosos, os quais são preenchidos com uma substância gelatinosa que fornece o amortecimento para a coluna vertebral. Estes discos podem se tornar herniados, ou romper, como conseqüência de um trauma ou de um esforço, principalmente se houver alterações degenerativas.
O termo radiculopatia se refere a qualquer condição o que afete as raízes nervosas da medula espinal. O termo "radiculopatia lombar" implica que os nervos lombares estão envolvidos; a "radiculopatia cervical" significa que as raízes nervosas do pescoço estão comprometidas. O disco herniado é uma das causas da radiculopatia (porém não é a única).
As maiorias das hérnias ocorrem na área lombar da coluna vertebral. O disco herniado na região lombar ocorre 15 vezes mais do que a do disco cervical (pescoço), e é uma das principais causas da dor nas costas. Os discos cervicais são afetados em 8% dos casos, enquanto que os discos superiores-medianos das costas (torácicos) somente 1% a 2% das vezes.
As raízes nervosas (nervos grandes que se irradiam da medula espinal) podem ficar comprimidas e gerar sintomas neurológicos como, por exemplo, alterações motoras ou sensitivas.
A hérnia de disco ocorre com maior freqüência nos homens de meia idade e nos homens mais velhos, especialmente os que se envolvem em atividades físicas extenuantes. Outro fator de risco é qualquer condição congênita que afete o tamanho do canal medular lombar.
Sintomas:
SINTOMAS DA RADICULOPATIA LOMBAR:
SINTOMAS DA RADICULOPATIA CERVICAL:
  • Dor cervical, especialmente na parte posterior ou lateral
  • Dor profunda, perto ou sobre as escápulas do lado afetado
  • Dor irradiada ao ombro, parte superior do braço, antebraço, raramente nas mãos, dedos ou tórax
  • Dor que fica mais intensa ao tossir, fazer esforço ou rir
  • Aumento da dor ao dobrar o pescoço ou ao virar a cabeça para o lado
  • Espasmo dos músculos cervicais
  • Dor mais intensa durante a noite
  • Sensibilidade nos músculos do lado oposto à lesão
Sinais e exames:
O exame físico e uma história clínica de dor podem ser suficientes para que o médico possa diagnosticar este distúrbio. O médico fará um exame neurológico para avaliar os reflexos musculares, a sensibilidade, e a força muscular. Muitas vezes o exame da coluna vertebral revelará uma redução da curvatura normal da coluna na área afetada.
A dor na perna, revelada durante o teste de se levantar a perna estendida, é um diagnóstico da radiculopatia lombar.
Será realizado um "teste de Spurling por compressão do forame" para o diagnóstico da radiculopatia cervical. Esse teste é realizado com a cabeça inclinada para frente e para os lados enquanto se aplica pressão no topo da cabeça. Um aumento da dor ou um entorpecimento durante esse teste normalmente indica a radiculopatia cervical.
EXAMES DIAGNÓSTICOS:
Tratamento:
  • Normalmente se inicia um tratamento conservador, a não ser que o paciente apresente deterioração neurológica. Pode ser que todo tratamento necessário compreenda várias semanas de repouso absoluto, sobre um colchão bem firme, com medicamentos que aliviem as dores e reduzam a inflamação. Também pode ser indicada uma cirurgia para as pessoas que não reajam ao repouso absoluto e aos medicamentos.
MEDICAMENTOS:

  •  AINEs
  • O médico geralmente receita medicamentos do grupo dos antiinflamatórios não-esteróides (AINEs), como o ibuprofeno ou o naproxeno, para reduzir a dor associada com a radiculopatia. Os medicamentos devem ser ingeridos com alimentos para evitar a irritação do estômago. 
  • RELAXANTES MUSCULARES:
  • Os relaxantes musculares como a ciclobenzaprina (Flexeril) ou o carisoprodol (Soma) podem ser recomendados para aliviar o desconforto associado com os espasmos musculares. Porém estes medicamentos podem causar confusão nas pessoas mais idosas.
  •  ANALGÉSICOS:
  • Dependendo da intensidade da dor, podem ser utilizados vários medicamentos analgésicosno período inicial da doença.
CIRURGIA:
  • A cirurgia pode ser indicada para as pessoas que não reajam ao repouso absolutos e aos medicamentos, ou que apresentam sinais de agravamento progressivo dos sintomas, ou que padeçam de uma dor intratável. As opções cirúrgicas incluem a laminectomia, fusão espinal, microdisquectomia e quimionucleólise.
LAMIN ECTOMIA:
  • É um procedimento cirúrgico realizado para remover o disco prolapsado. Esse procedimento é realizado sob anestesia geral. O osso que se curva e engloba a medula espinal (lâmina) e o tecido que está causando a pressão sobre o nervo ou sobre a medula espinal é removido. A hospitalização é de cerca de 7 dias. Você será encorajado a andar no primeiro ou segundo dias após a cirurgia para reduzir o risco de coágulos sangüíneos. A recuperação completa demora cerca de 5 semanas. O trabalho pesado não é recomendado até vários meses após a cirurgia.
  FUSÃO ESPINAL:
  • Uma fusão espinal pode ser necessária se houver instabilidade entre as vértebras. A cirurgia estabiliza (funde) as vértebras com enxertos ósseos ou com varetas metálicas. A região espinal comprometida com maior freqüência é a coluna vertebral baixa (lombar), porém também a região superior (cervical) pode ser afetada. Para a reparação das vértebras lombares, o cirurgião realiza uma incisão diretamente sobre a coluna vertebral (denominado acesso lombar posterior). Para a reparação das vértebras cervicais a incisão é feita na parte frontal ou lateral do pescoço (denominado acesso cervical anterior). O paciente ficará hospitalizado por vários dias após a cirurgia. Um colete para as costas ou um gesso pode ser necessário para imobilizar a coluna vertebral até que fusão das vértebras tenha ocorrido. 
MICRODISQUECTOMIA:
  • É um procedimento usado para extrair os fragmentos do disco intervertebral e seu núcleo.
QUIMIONUCLEOLISE:
  • Consiste na injeção de  enzima quimiopapaina no disco herniado para dissolver a substância gelatinosa prolapsada. Pode ser uma alternativa à laminectomia em certas situações.
DIETA:
  • A constipação é um problema freqüente por causa do repouso absoluto prolongado e da imobilidade, a utilização de medicamentos analgésicos de tipo narcótico, por causa da dor. Esta condição pode melhorar com o aumento do consumo de alimentos ricos em fibra, como por exemplo, as frutas e verduras frescas, grãos integrais e vagens. Certifique-se de ingerir líquidos em quantidades de pelo menos 2 a 3 litros por dia.
REPOUSO ABSOLUTO:
  • Várias semanas de repouso absoluto sobre um colchão firme e medicamentos para aliviar a dor, podem ser o tratamento indicado para a recuperação total. Um aumento gradual progressivo do nível de atividades será recomendado uma vez que a dor aguda esteja sob controle. Siga as recomendações do seu médico com relação aos exercícios físicos e ao nível das suas atividades.
  • Enquanto estiver de repouso absoluto, é muito importante alterar a posição com freqüência e monitorizar as possíveis complicações advindas da imobilidade. Veja também como evitar as complicações da imobilização e prevenir úlceras por decúbito.
APARELHOS ORTOPÉDICOS OU SUPORTES:
  • A utilização de coletes para as costas ou suportes pode ser recomendada inicialmente, após a lesão. Normalmente são usados até que o suporte muscular tenha melhorado com os exercícios. O uso de colete para as costas mostrou reduzir o período de tempo que a pessoa fica na cama. No entanto, pode ser necessário utilizar o aparelho durante até 8 semanas.
  • Um colar cervical macio pode ser recomendado para as pessoas que sofrem de radiculopatia cervical. O colar ajuda a reduzir a dor e os espasmos musculares ao limitar os movimentos do pescoço. No caso dos pacientes com dor e espasmos intensos pode ser necessário o uso de um colar cervical rígido que elimine a carga de peso sobre a coluna cervical.
GELO OU CALOR ÚMIDO: 
  • Algumas pessoas acreditam que as compressas de gelo ou o calor úmido sobre as áreas afetadas podem aliviar um pouco a dor e os espasmos musculares associados com a lesão.
TERAPIA FÍSICA:
  • Inicialmente, após a lesão, você poderá ser encaminhado a um fisioterapeuta para ser tratada com uma “fisioterapia sedativa” que pode incluir a aplicação de compressas quentes, massagem com gelo, rotação do pescoço, exercícios de relaxamento e ocasionalmente uma tração cervical para descomprimir os nervos da coluna.
  • Você também será instruído sobre como realizar os exercícios para fortalecer os músculos do pescoço (para a radiculopatia cervical), e do abdome (radiculopatia lombar). Os exercícios com flexões (dobramento) e alongamentos (estiramentos) podem ser recomendados para aumentar a resistência muscular e o alcance do movimento.
Expectativas (prognóstico):
  • A maioria das pessoas apresenta melhora com o tratamento. Uma pequena porcentagem pode continuar a sofrer de dor nas costas crônica, mesmo após o tratamento. Pode levar vários meses, até um ano ou mais, para reassumir todas as atividades sem sentir dor ou tensão nas costas. Certas ocupações que envolvem levantamento de peso ou esforços que forcem as costas podem necessitar de um ajuste nos afazeres para evitar a lesão recorrente.
Complicações:
Solicitação de assistência médica:
Prevenção:
  • Em algumas pessoas, as práticas seguras durante o trabalho e as atividades físicas, as técnicas adequadas para o levantamento de certos objetos e o controle do peso corporal podem ajudar a prevenir as lesões nas costas.

JN no Ar mostra regiões de Alagoas atingidas por inundações de 2010


A equipe visitou alguns dos 11 acampamentos onde ainda há desabrigados da enchente de junho do ano passado. Segundo números oficiais, 8 mil pessoas continuam vivendo em tendas e barracas improvisadas.

O JN no Ar foi a Alagoas. A equipe do repórter André Luiz Azevedo foi registrar qual é a situação de milhares de vítimas das enchentes do ano passado.
A equipe visitou alguns dos 11 acampamentos onde ainda há desabrigados da enchente de junho do ano passado. Segundo os números oficiais, são, neste momento, 8 mil pessoas que continuam vivendo em tendas e barracas improvisadas nos acampamentos. Até agora, nenhuma casa foi entregue.
A situação nesses acampamentos é muito difícil, praticamente sub-humanas, difíceis, principalmente para crianças. A reportagem foi feita com apoio da afiliada da Rede Globo, a TV Gazeta.
A equipe pousou no Aeroporto de Maceió no início da madrugada e, de manhã cedinho, passou no meio de canaviais em direção ao interior do estado, região mais destruída pelas inundações no ano passado. Quase 70 mil pessoas foram atingidas.
Como era uma operação de emergência, os moradores foram levados para acampamentos. Segundo os números oficiais, há, hoje, ainda 8 mil desabrigados morando em barracas.
No município de Branquinha, a 64 quilômetros de Maceió, a imagem lembra mesmo um campo de refugiados. “Infelizmente, as barracas cederam, as barracas rasgaram, nós solicitamos, recentemente, ao governo do estado a aquisição de novas barracas, nós estamos aguardando o retorno do estado.
Esta semana foi o aniversário de um ano do acampamento, um aniversário só com tristeza, sem nenhuma comemoração. As barracas agora estão praticamente destruídas porque não foram feitas para durar tanto tempo. Estão rasgadas e envelhecidas. Os moradores vão tentando sobreviver como podem.
Como as tendas não aguentaram, muitas famílias levantaram paredes de barro, casas de pau a pique. Foi o que fez Ângela para morar com os cinco filhos. Ela vive em um cômodo: “É aqui onde eu vivo com meus cinco filhos. Aqui me sinto mais segura do que na barraca de lona”, ela conta.

A segurança é mesmo um problema. Fogões foram adaptados dentro das barracas. Já houve incêndios.
A iluminação é precária. Água nas barracas só levando de balde. Só no local, são mais de 500 pessoas vivendo assim. Vanessa também ergueu cômodos improvisados depois que a barraca não resistiu. O marido morreu há três meses. Ela diz que começou com uma pneumonia e acha que foi por causa das condições do acampamento. “Dois quartos, sala, cozinha, um corredor que era largo”, ela lembra.
“Quando vim para cá, imaginava ficar pouco tempo. A gente não sabia de nada. Um ano é muito tempo, a gente não vai aguentar”, avisa outra vítima.
Muitos moradores não aguentaram mais ficar nos acampamentos. E como a casa nova não chegou, voltaram para as antigas, que ficam em áreas de risco. Só em Santana do Mundaú, a prefeitura calcula que já são 200 famílias morando novamente na beira do rio.
“O rio quando enche dá medo. Tem que sair correndo”, avisa uma moradora.
O vice-governador de Alagoas, José Thomaz Nonô, é o coordenador do programa de reconstrução das áreas atingidas. “É uma moradia difícil, desumana, calorenta, insalubre, promíscua porque as barracas são muito próximos umas das outras, e é isso que anima a gente a puxar a orelha de todos os envolvidos no processo”, afirmou.
Estão sendo construídas 17.398 casas para os desabrigados. A promessa do governo do estado é entregar as primeiras mil casas em outubro. “As casas estão atrasadas e a minha tarefa como coordenador é exatamente pressionar todos os envolvidos para que as coisas andem num prazo mais condizente com a gravidade do problema”, declarou José Nonô.

Em outro acampamento, no município de União dos Palmares, as barracas são mais novas. O banheiro coletivo também é novinho. O governo do estado diz que entregou o banheiro pronto para a prefeitura, que alega que ele estaria mal acabado e por isso não quis receber. “As mulheres tomam banho junto com os homens, os homens, junto com as mulheres. As condições são essas”, conta o gari Luís Amaro da Silva.
Em vários acampamentos visitados, o esgoto corre por onde todos passam. “As crianças estão todas com diarreia, cansados. Meus filhos estão com problemas de bronquite porque dormem no chão, quando chove enche de água”, revela a desabrigada Maria Eliege da Silva.
E são 247 crianças circulando só em um dos acampamentos. Como Maísa, de 5 anos, que resume o desejo de todos que estão vivendo no local: “Eu quero minha casa”, ela diz.
A promessa para o acampamento onde Maísa mora é que as primeiras casas sejam entregues agora em outubro. Sobre o banheiro em União dos Palmares, depois que a equipe esteve no local, o prefeito mandou quebrar o cadeado e o banheiro foi aberto finalmente.
*Parece mais com o filme "O dia depois do amanhã" ou qualquer coisa similar, essas e outras são provas da ineficiência do governo que não consegue colocar se quer uma família desalojada em uma simples casa, enquanto isso, o ralo da corrupção mais uma vez tem prioridade. Isso sem falar na tragédia da Região serrana.
Parabéns a equipe do Jornal Nacional, temos que unir forças para combater essa vergonha Brasileira chamada corrupção e o descaso com a vida do ser humano. Nós pagamos muito caro para ter direito a um espaço neste País. Nessa hora, até a justiça vira as costas para o ser humano.
" AONDE ESTA OS DIREITOS HUMANOS TÃO FALADO PARA OS ASSASSINOS? "

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Sinto vergonha de mim.


Muito interessante e muita coragem.
Dados do autor no vídeo.

Aposentados do INSS sem reajuste real em 2012


As 8,7 milhões de aposentados e pensionistas do INSS que ganham acima do mínimo (R$ 545) vão ficar sem a garantia de aumento real em 2012. A presidenta Dilma Rousseff vetou artigo da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) que garantia recursos para dar reajustes superiores aos benefícios. O governo derrubou a emenda do senador Paulo Paim (PT-RS), aprovada em julho, que previa a destinação de verbas para corrigir aposentadorias e pensões com aumento além da inflação.

No veto, o governo argumenta que é impossível prever recursos se os percentuais dos reajustes ainda não estão definidos. O acerto do percentual deverá ser feito por meio de negociações com as centrais sindicais e representares dos aposentados.

“Não há como dimensionar previamente o montante de recursos a serem incluídos no PLOA-2012 (Projeto de Lei Orçamentária Anual de 2012), conforme determina o caput do Artigo 48, uma vez que, até o seu envio, a política em questão poderá ainda não ter sido definida”, informou a Casa Civil, na mensagem de justificativa dos vetos. Os vetos a esta emenda e a outras 31, além da sanção da LDO, foram publicados ontem no Diário Oficial.
“Não entendi a razão do veto. Foi insensibilidade política do governo. Os aposentados só têm uma saída: fazer uma enorme mobilização para pressionar o governo e arrancar um reajuste acima da inflação”, ressaltou Paulo Paim.
A pensionista Ruth da Costa, 70 anos, não esperava essa atitude do governo. “Deveria ter mais respeito com com os idosos. Os benefícios estão baixos e gastamos muito nessa fase da vida, principalmente com remédios”, reclama.
Surpresa e indignação dos idosos
“Vamos colocar os ‘caras-enrugadas’ na rua para voltar a pressionar o Congresso Nacional”. Foi como reagiu, em tom de ameaça e indignação, o presidente da Confederação Brasileira de Aposentados (Cobap), Warley Gonçalles, ao veto do governo ao aumento real para aposentados e pensionista do INSS que recebem mais que o mínimo.
“Estamos em negociação constante com o governo sobre outros temos e agora a presidenta Dilma sai com essa? Vamos mobilizar os aposentados e tentar ganhar o apoio das centrais para fortalecer nossa luta. Essa decisão nos pegou de surpresa”, afirma.
Mais tempo de contribuição

Homens e mulheres terão que trabalhar mais sete anos para poder se aposentar. A Previdência e o Ministério da Fazenda estariam estudando mudanças na aposentadoria do INSS. A principal mexida seria o tempo mínimo de contribuição para requerer o benefício que passaria de 35 anos para 42 anos (homens) e de 30 para 37 anos (mulheres). Não haveria mínima.
O governo avalia uma forma alternativa para cálculo da aposentadoria a fim de substituir o fator previdenciário.
Outra proposta, que seria transitória, é uma formula que soma idade com tempo de contribuição: 85 para mulheres e 95 para os homens.

""Como diz o amigo Boris, isso é uma vergonha, não acredito que a Presidenta vai fazer isso com seus eleitores, seria muita incoerência por parte da nossa Presidenta praticar um ato tão infame, permitindo que  os maltratados e sofrida classe que deu seu sangue pra o crescimento deste País pague esse preço tão alto.
Enquanto isso, milhões de Reais são desviados do cofres públicos e ninguém paga pelo crime. Resta tirar dos aposentados para cobrir o rombo pela ineficiência do Estado em não saber administrar o que povo paga em impostos.
Sebastião G. Vieira ""

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